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segunda-feira, 14 de março de 2011

Nossa Cultura

Não sou contra o Carnaval, não sou contra costumes populares e muito menos contra nossa cultura.

Essa semana tive a grata surpresa de bater um papo gostoso e descontraído com uma cliente baiana, bem humorada, um pouco fadigada pela “pressão alta!”, disse ela: “tava dezoito por doze!”. Mas seu modo de falar com tanta espontaneidade e alegria me cativou. 

 

O assunto foi um tour pelas terras baianas, contou-me de sua fé e de seus conterrâneos, os costumes e as crenças dos seus.
Sabemos do misticismo, das superstições do seres viventes, aliás “todos” têm, mas, continuo vendo e ouvindo com simplicidade e atenção as histórias de todos, inclusive desta senhora.
Falava-me sobre o amor de mãe, “mãe ama diferente” - disse ela. Com “uma dor de dente horrível” - quem já sentiu dor de madrugada sabe que, as madrugadas ficam mais silenciosas, ouve-se somente os gemidos dos enfermos.
Sua mãe a colocou no colo e orou - “ela é crente!”, depois de muito carinho e massagear suavemente seu rosto - “arrebentou!”, desaparecendo assim a pústula maligna. “Estava grávida de poucos meses e não poderia ser medicada” - “a fé e o amor de minha mãe me curou!”.

Entre tantas histórias, falou-me também da “reza para os animais” - os donos dos sítios e empregados vão aos pastos e fazem suas preces em favor dos animais, às plantações...Pergunto: dá para desprezar a simplicidade?

“O joelho foi feito para quê?” - fiquei em silêncio aguardando - “para se dobrarem todos os dias!”, o sentido é: agradecimento e pedir ajuda a Deus todos os dias.

Sempre foi assim, disse ela: “sempre existiu pessoas boas e más...” - mas o “amor pode mais!”.

Este final de semana foi de muita chuva em minha “alminha”, chuvas de alegria, paz, e, silêncio.
Aprendi muito cedo, que nem tudo é maldade, pode não ser lícito ou conveniente, mas nem sempre mal!
Consigo ver beleza em quase tudo, desconfio pouco, procuro ouvir mais, criticar menos, não julgar muito – estou procurando melhorar neste quesito, encaminhar para o bem do que enviar para o inferno...

A minha oração é um plágio santo dessa senhora – Senhor me ajuda a ser grato, porque em tudo o “amor pode mais.” Assim seja...Amem!
Os olhos são como uma luz para o corpo: quando os olhos de vocês são bons, todo o seu corpo fica cheio de luz.
Porém, se os seus olhos forem maus, o seu corpo ficará cheio de escuridão. Assim, se a luz que está em você virar escuridão, como será terrível essa escuridão!”[Jesus o Cristo]
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